sexta-feira, 24 de abril de 2015

História da Raça Humana

Há tantos mistérios nesta jornada que se chama vida!

Você consegue identificar qual é a sua lembrança mais antiga?

Talvez consiga. Desta encarnação. 

Mas não conseguimos identificar qual a lembrança mais antiga de nossas encarnações.

Você consegue imaginar como foi a sua primeira encarnação na Terra?

Será que você já vivia em Capela, por exemplo?

Em que planeta será que você vivia antes de vir parar aqui nesta Terra?

Será que todos nós encarnamos na época em que a Terra era primitiva?

A lógica faz crer que sim.

Consegue imaginar-se encarnando numa tribo indígena primitiva? Crescendo em meio aos perigos de uma terra inóspita? Acasalando com um macho ou fêmea da sua espécie também primitiva daquela época?

Consegue imaginar-se tendo que sair com uma clava nas mãos e trazer o jantar? Ou ainda, consegue imaginar-se cuidando da caverna onde se abrigavam?

Pois eu acredito que todos nós, hoje encarnados, já passamos por isso!

E acho mais. Aliás, tenho certeza!

Certeza de que nossos antepassados lutaram com unhas e dentes para sobreviverem neste mundo, enfrentando perigos inimagináveis para nossas mentes modernas!

Mesmo que você não acredite em reencarnação, você veio de uma linhagem, de uma família que um dia teve que enfrentar n obstáculos para sobreviver e fazer com que a vida chegasse até você! Ou que você chagasse até a vida!

E quem acredita em reencarnação, como eu, pode apostar que fizemos parte dessa nossa linhagem, em vários momentos, ou seja, em várias encarnações!

Mas o que importa, de verdade, é que tivemos (ou nossos ancestrais tiveram) raça para estarmos aqui hoje, vivendo a era tecnológica, a era do conforto e dos eletrônicos!

Se você puder, ao menos por um minuto, fechar os seus olhos e se transportar para a Terra primitiva, como observador que seja, e acompanhar uma batalha sua (ou de seu ancestral) contra um animal selvagem que você captura e leva para a caverna, para alimentar seu povo, verá que muitos irmãos estiveram com você e contribuíram para o seu sucesso, Perceberá que foi muito corajoso, inteligente e forte para cumprir o seu objetivo. 

Reconhecerá a força, a inteligência e a coragem  na sua própria linhagem. 

Reconhecerá todas essas qualidades que você tem, com enorme potencial!

E ainda se renderá ao constatar que você, ainda que primitivo, trazia no coração uma saudade inexplicável. Igual a que sente hoje. Saudade de quê? Saudade de quem?

É difícil identificar, entretanto, saiba que em certos momentos de sua vida primitiva, você se ligava ao divino, ao Criador, com respeito à natureza e à sua força. Perceba como seus olhos se maravilhavam ao observar a natureza: rica, exuberante, viva, harmônica, que se sustenta por si só!

Esse era você em contato direto com o Criador!

E, ao longo de todos esses milhões de anos, todos nós buscamos, inconscientemente retornar para casa, para o divino, para o Criador!

E ao longo de todos esses milhões de anos, evoluímos ao passo que conseguimos tornar a Terra um mundo melhor para se viver, com conforto e tecnologia, por exemplo. 

Mas foi ao longo de todo esse tempo que nós também aprimoramos os nossos sentidos para sentir mais e melhor o Criador, que se manifesta através de nós, a todo tempo, de forma a nos convidar a fazer parte de sua harmonia.

Essa é a história da raça humana!

Uma história de força e de coragem, de inteligência e de raça, mas, sobretudo, uma história de amor!

Está chegando a hora de voltarmos para casa, de assumirmos nosso lugar na harmonia do Criador. E sabemos que ainda há muito a se fazer aqui.

Hoje, sabemos que não importa quão difícil seja o caminho. Nossos olhos estão voltados para a harmonia que se instala, pouco a pouco, dia a dia, embora, muitas vezes imperceptível para sentidos menos sutis.

Temos a certeza da vitória!

À Terra, nosso agradecimento por nos ter acolhido e alimentado!

A nossos irmãos de caminho, gratidão pelos momentos de aprendizado coletivo. Força para a empreitada final!

Ao Criador, nossa eterna gratidão pela vida e pela honra de nos ter permitido tantas jornadas neste planeta maravilhoso chamado Terra!   






sábado, 11 de abril de 2015

O Povo Azul

É com grande satisfação que venho, através deste artigo, apresentar a quem ainda não os conhece, os nossos amigos interdimensionais confederados, que são conhecidos como O Povo Azul.

Foram eles que se identificaram dessa forma coletiva, aliás, a individualidade não é uma característica deles.

Há alguns anos seres enormes, com cerca de 3 metros de altura e de pele azul, surgiram nas comunicações com os canais, ou seja, com as pessoas que se sintonizam com seres extraterrestres, conseguem percebê-los ou até vê-los, conversam com eles e publicam os assuntos de interesse coletivo.




Eles se identificaram como O Povo Azul. Eles trabalham em grupo, nunca sozinhos e dizem que estão em trabalho intenso na Terra, com a permissão dos espíritos da mais alta hierarquia, responsáveis pela evolução de nosso planeta, para nos auxiliar.

Eles se dizem orientadores de consciência, visto que este é o trabalho deles. Contaram, através de canalizações que a Terra, há muito tempo, foi aprisionada em decorrência de um acordo feito entre alguns humanos interessados em tecnologia e alguns seres interdimensionais e espíritos que têm interesse no domínio energético de nosso planeta. 

Contaram ainda sobre as abduções que outros seres interdimensionais realizam para estudar a nossa estrutura física e energética. Essas abduções são totalmente contra a vontade consciente da pessoa abduzida e é uma prática abominada pelos Seres de Luz e pelos interdimensionais confederados, totalmente incongruente com as leis universais.

Os interdimensionais e os espíritos inferiores desenvolveram uma tecnologia de controle e dominação da raça humana que usam em larga escala e desde há muito tempo para nos manter energeticamente compatíveis com os seus objetivos nefandos. São os chamados implantes extrafísicos.

Esses mecanismos são implantados em nosso corpo energético com uma função específica. Todos eles tem como objetivo principal interromper a nossa conexão com os espíritos amigos e com nossos irmãos de outras dimensões para que não recebamos qualquer tipo de influência benéfica deles. Aliás, eles agem até mesmo afastando de nosso caminho as pessoas encarnadas que são nossos amigos e querem nos ajudar. Esta é a situação em que o ser humano se torna totalmente cego em relação às suas atitudes e comportamentos.

Sem a orientação de nossos mentores espirituais, ficamos sujeitos às sugestões malévolas desses seres que querem se utilizar de nossa energia para manter todo um sistema que desenvolveram que lhes dá prazeres e satisfações eternas sem que façam o menor esforço para evoluir espiritualmente. Tentam, a qualquer custo se manterem fora das leis universais que repudiam, especialmente a lei de reencaranção, visto que a vida na Terra traz aos espíritos rebeldes sofrimentos indizíveis como forma de reparação de seus atos anteriores.

Através destes mecanismos, os seres da escuridão são capazes até mesmo de fazer com que nosso ciclo reencarnatório se estenda eternamente. Assim, não conseguimos atingir a menor evolução e nosso espírito acaba preso na Terra, reencarnando indefinidamente. Ao passo que esses seres inferiores usam a nossa energia durante todo esse tempo.

Cerca de 98% da população terráquea já estava comprometida com estes mecanismos quando os seres interdimensionais confederados solicitaram autorização dos espíritos responsáveis pelo nosso planeta para nos ajudar porque chegamos a um ponto que não conseguiríamos reverter a situação por nós mesmos.

Aliados a nossos mentores espirituais, o Povo Azul foi um dos povos intergaláticos que se dispuseram a nos socorrer neste momento. E desde então, passaram a trabalhar incansavelmente para se fazerem perceptíveis para alguns humanos que têm mais afinidade com eles.

A partir daí, passaram a nos contar toda a verdade que envolve a nossa vida aqui para nos dar consciência de que não estamos sozinhos neste Universo. Que somos seres divinos, com poderes espetaculares os quais deixamos há muito de usar porque o sistema montado pelos seres inferiores nos dizem a todo momento o contrário. E além disso, eles nos curam removendo de nossos corpos sutis todos os mecanismos que nos isolam da espiritualidade e da universalidade.

O sistema manipulado pelos seres inferiores nos adoece para que sejamos dependentes de medicamentos e de outras substâncias químicas. O sistema nos vende a energia que é capaz de ser produzida sem qualquer custo e suficiente para todas as populações do planeta. O sistema nos influencia a comermos muitos alimentos que nos engordam e acabam com a nossa auto estima. Isso é para que nunca acreditemos que somos capazes de algo maior.

O Povo Azul é um dos povos que vem nos dizer quem realmente somos e do que realmente somos capazes. Eles nos reconectam com a Verdade, com a Vida e com a paz, reestabelecendo nossa ligação com a espiritualidade.

O nosso planeta está vibrando atualmente no padrão da quinta dimensão, no padrão da velocidade da luz, no padrão do pensamento.

O Povo Azul trabalha incansavelmente para que ajustemos nosso padrão vibratório pessoal ao novo padrão da Terra para que possamos viver, num futuro muito próximo, num planeta de regeneração, ou seja, num planeta em que o bem é predominante em todas as áreas, em toda a natureza, em todas as pessoas.

Aqueles de nós que ainda continuarem a vibrar no antigo padrão do ódio e da vingança, da vaidade e do egoísmo, pela lei de sintonia energética será expurgado da Terra e passará a encarnar em um mundo primitivo, difícil de sobreviver, sem qualquer conforto e com o coração pesado, uma vez que em seus registros inconscientes, estará registrada a oportunidade que desperdiçou quando vivia num mundo com conforto, civilizado e agradável, como o é a Terra. É como se nascesse no tempo das cavernas, tendo que lutar duramente pela sobrevivência com os parcos recursos disponíveis.

Por isso, o Povo Azul vem nos trazer essa consciência. Esperam que tomemos a rédea de nossas vidas nas mãos e mudemos o nosso destino. Num mundo de regeneração não existe miséria, nem fome, nem disputas de ordem material. Existe uma compreensão maior das leis universais e um compromisso nato em cada ser de procurar se conhecer e vencer suas próprias limitações. O trabalho é agradável e todos têm condições de viver uma vida com valores elevados e sem conflitos.

É o fim dos tempos. Daqui por diante não existirá mais o meio termo. Os que se afinarem com o novo padrão vibratório do planeta serão por ele acolhidos e viverão num "paraíso". Já aqueles que não se adequarem em tempo, amargarão um ciclo de vida com muita dureza e privações de todas as ordens, ou seja, viverão uma "eternidade" no "purgatóroio" ou "inferno" preconizado pelas religiões do mundo.

É por isso que nossos amigos azuis estão despertando novos canais a cada dia e convocando seus aliados despertos para uma ação em conjunto, para que cada ser desperto aja no sentido de despertar outros, que despertarão outros e assim sucessivamente até que o máximo de pessoas estejam conscientes e deixem de estar hipnotizadas pelo sistema do mundo, ajustando o seu padrão pessoal ao padrão vibratório da Terra nesta nova era de Aquários.

Assim sendo, a minha eterna gratidão aos amigos azuis que vêm há muito tempo trabalhando em prol de todos nós, seres humanos. Até agora acreditávamos que tínhamos infinitas limitações e que éramos muito fracos. Com o despertar, passamos a compreender que somos muito mais fortes do que imaginamos e com o nosso poder podemos retomar as nossas vidas e escrever um final feliz para as nossas empreitadas.

Eterna gratidão ao Povo Azul. Eterna gratidão a Ástor. Eterna gratidão a meus mentores espirituais. Agradeço o empenho de cada um.     




sábado, 21 de março de 2015

Prática: O que me irrita tanto? Parte IV

Se você se propôs a fazer este exercício e chegou até aqui, eu o parabenizo!

Observe, a partir de agora maravilhas acontecerem na sua vida!

Você observou algumas partes de si próprio que lhe causavam algum tipo de dor e teve a coragem de confrontá-las, reconhecendo-as como parte de você, olhando para elas com franqueza.

A partir de agora, essa prática se torna automática caso você assim queira e continue a observar-se. Não é preciso mais fazer qualquer anotação pois você já está apto a executar todo esse processo em alguns minutos.

Entretanto, agora que já sabe que tem tantas características indesejadas, o que fazer com elas?

Em primeiro lugar, deixe de se irritar com as pessoas pelo que elas fazem ou deixam de fazer. Você já compreendeu que aquela pessoa está fazendo exatamente o que você faz. Então, não há motivos para julgá-la.

Em segundo lugar, procure usar as suas características indesejadas de forma criativa e positiva.

Voltando ao nosso exemplo:

Características que reprovo (ou repudio) nele:

- Autoritário: não pensa nas necessidades dos funcionários;

- Insensível: não se importa com os funcionários, para ele não importam os nossos sentimentos;

- Ganancioso: só se importa em ganhar dinheiro, cada vez mais dinheiro à custa de nós, pobres funcionários;

- Materialista: quando bati o carro da empresa ele se preocupou mais com o estado do carro do que com o meu estado, f.d.p.;


Características que aprovo (ou valorizo) nele:

- Paga o salário em dia.


A pessoa autoritária manda, é arrogante, não se preocupa com as pessoas mas com o seu objetivo, etc.

Explorando o lado positivo dessas características, podemos identificar algumas bem interessantes:

A pessoa autoritária manda. Alguém tem que tomar iniciativas, liderar, tomar as rédeas da situação e mobilizar os esforços de todos para a consecução do objetivo que vai beneficiar a todos. 

A pessoa autoritária é arrogante. Essa característica usada de forma positiva indica um alto nível de confiança em si próprio, capaz de conduzir a ações eficazes em inúmeras situações do dia a dia.

Não se preocupa com as pessoas mas com o seu objetivo. Essa característica indica a habilidade de manter o foco no objetivo e garantir o sucesso da sua realização.

Uma pessoa que não tenha "pulso firme" teria muito mais dificuldades para lidar com uma situação que exigisse foco.

Então, querido leitor. Não se assuste com o seu lado indesejado. Olhe para ele com atenção. Descubra partes dele todos os dias com a sua percepção direcionada para isto. 

Veja quantas características fortes que você tem e use-as de maneira positiva tanto quanto lhe seja possível.

E não se assuste ou se culpe quando essas características se manifestarem de forma negativa.

Essa possibilidade é inerente ao nosso estado evolutivo atual.

Com a compreensão e aceitação dessas características que há muito mantemos encarceradas no subconsciente, temos a possibilidade de usar todo o nosso potencial humano nesta jornada na Terra para angariarmos melhores condições futuras que nos permitam atingir estados mais evoluídos de nossas consciências.

Se quiser me contar sobre sua experiência com esta prática, fique à vontade.

Meu endereço é: emilia.psicotera@gmail.com     

sexta-feira, 20 de março de 2015

Prática: O que me irrita tanto? Parte III.

Espero que você tenha aproveitado bem as Partes I e II desta prática e tenha elaborado as análises de ao menos quatro percepções anotadas na primeira semana.

Caso não tenha conseguido é necessário que repense no quanto deseja conhecer suas partes indesejadas e fazer as pazes com elas.

Se você se propôs a fazer este exercício com a compreensão dos benefícios que pode adquirir através dele e não conseguiu ao menos quatro análises, significa que tem uma parte de você que não deseja ser exposta de jeito nenhum e, sentindo-se ameaçada, manifestou-se no sentido de impedir que você prossiga.

Então, caso esteja realmente interessado em se conhecer melhor para viver mais feliz consigo mesmo, eu sugiro que você encare de frente essa resistência e reinicie a prática desde a parte I, com plena convicção e determinação para trazer à tona essa sua parte que tenta, a qualquer custo, continuar oculta. 

Ao reiniciar o exercício, desde o princípio, pode ter certeza absoluta de que é essa sua parte que vai ser exposta, através de uma percepção sua mais acentuada, de um julgamento mais severo que você reluta em expressar.

E essa relutância indica que esta é uma parte sua das mais escuras e sombrias, das que mais te atrapalham nas decisões importantes que direcionarão a sua vida para uma vida de alegria, satisfação, prosperidade, saúde e realizações ou para uma vida de eterna busca de não sei o que, frustrações de todas as ordens, perdas financeiras e afetivas, dificuldades materiais, com a saúde e bem estar, etc.

É isso que essas partes nossas que reprimimos fazem conosco: sabotam todas as oportunidades de sucesso e bem estar que surgem em nossas vidas, simplesmente pelo fato de não darmos atenção a elas.

Mas se o seu caso foi um pouco diferente, ou seja, você fez o exercício completo da parte I mas não conseguiu tempo hábil para fazer as análises ao menos de quatro percepções na segunda semana, corra atrás do prejuízo.

Antes de iniciar a parte III, complete as quatro análises da parte II.

Agora chegou o momento de se confrontar, de tomar consciência das suas características indesejáveis, aquelas que você tentou esconder até de si mesma, para que nunca se manifestassem causando-lhe asco, repugnância, vergonha, dor, etc.

Antes de mais nada, respire fundo e diga para si mesmo:

Não importa quão escuras sejam as minhas partes que agora estou prestes a confrontar. Eu as reconheço em mim, agradeço por elas existirem e se apresentarem agora aos meus olhos. Eu compreendo agora que elas são para mim como os vilões são para os super heróis, pois, caso os vilões não existissem, os super heróis não desenvolveriam os seus superpoderes para combatê-los. Eu não desejo combater minhas partes sombrias. Desejo ouvi-las e sei que elas tem algo para me dizer que vai contribuir para o meu crescimento em todas as áreas da minha vida. Desejo fazer as pazes com elas e aceitá-las como integrantes importantes do meu ser que é dual, vive entre a luz e a sombra. E, a partir de agora, viverei em paz tanto na minha luz quanto na minha sombra.

Passemos agora a descobrir as partes que nos fizeram crescer, mesmo aos trancos e barrancos, até este momento. Voltemos ao exemplo 02:


Características que reprovo (ou repudio) nele:


- Autoritário: não pensa nas necessidades dos funcionários;

- Insensível: não se importa com os funcionários, para ele não importam os nossos sentimentos;

- Ganancioso: só se importa em ganhar dinheiro, cada vez mais dinheiro à custa de nós, pobres funcionários;

- Materialista: quando bati o carro da empresa ele se preocupou mais com o estado do carro do que com o meu estado, f.d.p.;



Características que aprovo (ou valorizo) nele:



- Paga o salário em dia.


Identificação da característica reprimida de nossa personalidade:

Reflita sobre o que significa para você SER AUTORITÁRIO.

Como age a pessoa autoritária? (Pense no chefe do exemplo)
Manda. É arrogante. Faz pressão sobre os subordinados. É impaciente. Domina mentalmente os subordinados. Gosta do poder. Não se importa com as pessoas quando determina que se faça alguma coisa. Sua determinação tem que ser cumprida com qualidade. 

Até agora você identificou essas características no seu chefe. Agora pense em você. Veja-se no trabalho, em casa, na companhia dos amigos, no clube, na festa de casamento do sobrinho, na formatura da cunhada, etc.

Quando está em casa não manda seus filhos cumprirem alguma ordem sua? 

Quando dirige seu carro e alguém lhe chama a atenção por alguma barberagem, não se torna arrogante e enfrenta o ousado? 

Quando precisa que as pessoas façam algo para você, não as pressiona? 

Você não é impaciente quando o está atrasado para um compromisso e se vê parado num congestionamento? 

Será que você não domina mentalmente o seu namorado, esposa, amigo, filho ou parente? 

Será mesmo que você nunca se viu com poder nas mãos e sentiu o gostinho bom que ele tem? Nem mesmo quando se sobressaiu com as meninas da escola que disputavam a sua atenção? Não me diga que não gosta do poder!

Quando você depende do trabalho das pessoas, tem prazo certo para entregar uma obra, por exemplo, você aceita os argumentos delas que hoje estão doentes e que não espere muito delas? Ou você abrirá mão da sua boa reputação por causa disso?


Conforme o exemplo, seja bem franco consigo mesmo e com toda certeza identificará as mesmas características que reprova nos outros em si mesmo.

E agora?

Já descobri essas minhas partes. O que eu faço para que elas não mais sabotem a minha vida?

Veja a resposta na parte IV desta prática.

Até lá!



Prática: O que me irrita tanto? Parte II.

Espero que você tenha conseguido ao menos umas dez anotações de situações em que você se viu irritado. Caso tenha anotado menos que isso, precisa melhorar a sua percepção, estar mais atento ao que sente. Mas pode passar para a segunda parte, caso se sinta confortável para fazer isso.

Depois de uma semana praticando a percepção de gatilhos que provocam irritação em você, não precisa mais anotar este tipo de observação.

Nesta segunda semana vamos analisar as percepções anotadas.

Escolha uma das anotações em que o seu nível de irritação foi alto.

Volte naquele momento e, isento de emoção, reviva na memória a cena toda. 

Vamos usar aqui, os exemplos que demos na Parte I.

Suponha o ocorrido no exemplo 02. Veja que você atribuiu a culpa pela situação ao seu chefe. Isso significa que você o aponta como o causador de sua irritação de nível alto.

Analise agora as atitudes de seu chefe, como essas, que te causam irritação. Anote suas percepções no caderninho.

Por exemplo:

Causador: Meu chefe.

Características que reprovo (ou repudio) nele:
- Autoritário: não pensa nas necessidades dos funcionários;
- Insensível: não se importa com os funcionários, para ele não importam os nossos sentimentos;
- Ganancioso: só se importa em ganhar dinheiro, cada vez mais dinheiro à custa de nós, pobres funcionários;
- Materialista: quando bati o carro da empresa ele se preocupou mais com o estado do carro do que com o meu estado, f.d.p.;

Características que aprovo (ou valorizo) nele:
- Paga o salário em dia.

Ao fazer essa análise, procure ser o mais honesto possível consigo mesmo e tenha o mesmo empenho ao indicar as características que você reprova tanto quanto as que você aprova.

Faça essa mesma análise com as demais anotações, uma por dia, até que se complete a semana.

Se você anotou mais que sete percepções, escolha as que considere mais importantes. Se anotou menos que sete, procure anotar nesta segunda semana outras percepções até que se completem sete, fazendo os dois exercícios nesta segunda semana.

Se você for franco nas análises que fizer, vai encontrar características que aprova nas pessoas, mesmo que seja uma só. Se não encontrou absolutamente nada é porque foi duro demais no seu julgamento. Atente para isto!

Na parte III desta prática você saberá como continuar este exercício.

Até lá.

Prática: O que me irrita tanto? Parte I

Agora estou vivendo um MOMENTO MÁGICO em que posso MUDAR todas as PARTES PODRES de minha personalidade e FICAR EM PAZ comigo mesma e com os outros.

Chegamos a um ponto de nossa evolução espiritual que somos capazes de reconhecer e lidar com nossas partes sombrias, aquelas que nos metem medo, vergonha, etc.

Se você está lendo este artigo, não é por acaso. Sua evolução espiritual te trouxe até aqui e está proporcionado a você a oportunidade de entendimento deste assunto, bem como te dando meios para que você mesmo possa trabalhar as suas características indesejadas.

Esta técnica, ao contrário das que já publiquei anteriormente, requer mais que cinco minutos ou meia hora para ser executada.

Esta técnica deve ser executada com muita atenção todos os dias, desde o momento em que você se percebe na cama, acordando do sono da noite, até o momento em que você perde a consciência ao se entregar ao repouso noturno.

Se possível, use uma cadernetinha para anotações de suas percepções (eu adoro anotar coisas!). Pode ser-lhe muito útil para uma reflexão mais cuidadosa, depois de um tempo de exercício desse modelo.

A partir do momento em que acorda, pela manhã, esteja atento para acontecimentos, pessoas, situações, etc. que te irritam.

Anote suas percepções.

Tire um tempinho (curto) de seu dia para refletir sobre o que você anotou naquele caderninho e tente encontrar o motivo pelo qual aquilo te irrita. Anote ainda em que nível chegou a sua irritação e a quem você atribui a responsabilidade do ocorrido.

Aposto que você vai encontrar vários motivos! Não precisa escrever todos senão terá que comprar um caderno universitário de 20 matérias!

Por exemplo:

01. Meu irmão tomou banho antes de dormir e não fechou direito o chuveiro que ficou pingando a noite toda e atrapalhou o meu sono pois o meu quarto fica bem de frente com o banheiro. Isso me irritou profundamente e eu quis "matar" o meu irmão! Mas não consegui levantar nem para matá-lo e nem para fechar direito o chuveiro.

Anotações no caderninho: 

Fato: Chuveiro pingando a noite toda.
Motivo: Não consegui dormir direito.
Culpado: Meu irmão.
Nível de irritação: médio.

02. Hoje fiquei sem horário de almoço porque meu chefe exigiu que eu entregasse um relatório com urgência. Quase não conseguia pensar de tanta fome. Quando fui comer, mais tarde, já estava prestes a desmaiar. Vontade de "matar" o meu chefe!

Fato: Almocei mais tarde que os outros dias.
Motivo: Tive que entregar um relatório urgente.
Culpado: Meu chefe.
Nível de irritação: alto.

03. O meu vizinho pousa de bom homem, marido fiel e bom pai, mas eu descobri que ele tem uma amante. Como pode? Falso.

Fato: O vizinho tem comportamentos contraditórios.
Motivo: Não me conformo. Coitada da esposa dele.
Culpado: Meu vizinho.
Nível de irritação: baixo.

04. Na minha sala tem uma menina que fala até pelos cotovelos com aquela voz irritante. E quando ela ri, então? Deus me livre de ter uma risada escandalosa daquelas!

Fato: A menina fala bastante, tem voz irritante e dá risadas escandalosas.
Motivo: Essas coisa nela me incomodam, não consigo me concentrar no que estou fazendo enquanto ela fala feito uma matraca.
Culpado: A menina.
Nível de irritação: médio.


Restrinja-se ao fato, ao que ele te causou, a quem você atribui a responsabilidade pelo ocorrido e o quanto você sentiu-se irritado.

Se ocorrer uma situação semelhante ao exemplo 03 não se preocupe com a veracidade da informação. Apenas preste atenção no julgamento imediato que você faz da situação. 

Faça isso durante uma semana.

Na parte II deste artigo, receberá instruções do que fazer com essas anotações.

Até lá! 






Lidando com a irritação

A irritação é uma emoção bem interessante!

É bem fácil de ocorrer, especialmente naqueles que têm o pavio curto.

A personalidade do biotipo renal sabe bem o que é isso.

Não vê onde e nem quem está perto. Explode fácil!

É a precursora da raiva e facilmente confundida com ela.

É como se fosse um pingo d'água batendo numa pedra dura.

Pode minar nossas energias ou evoluir para a raiva que ocorre com as explosões de gritos, choros convulsivos, murro na parede, pratos e copos voando para o chão, chute no cachorro, etc. etc. etc.

Quando somos tolhidos por nós mesmos quanto à nossa expressão, vamos guardando essa emoção, tentando esconder das pessoas que estamos irritados com alguma coisa ou com alguém. Pode ocorrer ainda de estarmos impossibilitados de manifestar a irritação porque somos educados e não devemos fazer isso perto das pessoas.

Deixamos para "descontar" nas pessoas que moram na mesma casa que nós.

A irritação sempre vem de sua percepção quanto ao que está acontecendo e, frequentemente, de um julgamento seu.

Se é o volume alto da TV que te irrita com certeza você tem uma parte sua que é tocada negativamente quando ouve a TV. Isso não significa que o volume realmente esteja exagerado, mas é a sua percepção que assim sente a situação.

É isso mesmo. Uma parte de seu inconsciente que pode estar refletindo um acontecimento desagradável ao qual você associou o volume alto, não necessariamente de uma televisão.

Se é uma pessoa que te irrita, perceba nela quais as atitudes que especificamente te irritam. Você, com frequência, chegará à conclusão que TUDO o que aquela pessoa FAZ ou DEIXA DE FAZER, te irritam profundamente!

Mas você é obrigado, pelas circunstâncias, a conviver com esta pessoa, com esta situação. Você não tem outra opção. Está preso nisso. Sem qualquer saída.

O que fazer?

Ocorre que EXATAMENTE TUDO o que você critica nas outras pessoas VOCÊ TAMBÉM TEM.

Esse é um mecanismo de defesa que utilizamos com frequência inconscientemente para nos proteger de pessoas e situações que acontecem o tempo todo em nossas vidas.

As pessoas são nossos espelhos. Nós nos enxergamos nelas. 

Isso significa que quando eu me sinto irritada com uma pessoa, certamente sou irritante para ela, muitas vezes, sem me dar conta disso.

Quando critico meu vizinho por acumular coisas em seu quintal, possibilitando a proliferação de insetos, com certeza absoluta, tenho essa mesma característica e igualmente acumulo coisas, seja em minhas gavetas com papéis que já não me servem para nada, seja no guarda roupas mantendo-o cheio de roupas que já não uso há muito tempo, seja nos perfumes que não paro de comprar, mesmo nem tendo mais lugar em casa para eles...

Enfim, TUDO O QUE TE INCOMODA NOS OUTROS, É UMA CARACTERÍSTICA SUA.

E, então, como você pode julgar o outro se você também faz o que ele faz?

Reconhecer isso é o primeiro passo para mudar as coisas.

E por que eu deveria mudar isso em minha vida? Afinal de contas, todo mundo julga e todo mundo é julgado. Eu julgo e sei que sou julgado o tempo todo. Não faz nenhuma diferença na minha vida. Então, por que mudar?

Vou lhe dar um bom motivo para que pense melhor sobre isto e tenha consciência da diferença entre escolher mudar uma característica sua ou não.

Aqui me refiro aos julgamentos nocivos. 

Tudo o que enxergamos de ruim nas pessoas reflete uma parte nossa que é doente, feia, repulsiva, imoral, vergonhosa, repudiante, nojenta, violenta, mórbida, imbecil, falha, covarde, mentirosa, ardilosa, falsa, manipuladora, ruim, desprezível, macabra, enfim, tudo que é realmente repudiante para nós, assim como nos enxergamos.

MAS    SÃO    PARTES    NOSSAS!!

SÃO      MEUS!!

FAZEM     PARTE     DE     MIM!!

TUDO   ISSO   DE   RUIM   QUE  VEJO   NOS  OUTROS  É UMA   PARTE   RUIM  MINHA  PRÓPRIA!!

Então, se estou vendo uma parte minha que é horrorosa no outro, tão horrorosa que eu tentei escondê-la de todo mundo, bem no meu íntimo, num lugar esquecido dentro de mim, para que ela nunca aparecesse, POR QUE NÃO MUDAR SE ESTOU VENDO ESSE MEU HORROR REFLETIDO NO OUTRO?

Agora estou vivendo um MOMENTO MÁGICO em que posso MUDAR todas as PARTES PODRES de minha personalidade e FICAR EM PAZ comigo mesma e com os outros, POR QUE NÃO? Acaso prefere continuar em guerra consigo mesmo?

Experimente essa libertação! Experimente maior felicidade consigo mesmo!

No próximo artigo, descreverei uma técnica infalível para provocar essa mudança.

Aceita esse desafio?